| 1. Alvaro Carrilho | 
Natural de Santo Antônio de Pádua, Álvaro Carrilho começou tocando flauta de bambu, de onde já tirava choros maravilhosos sem qualquer dificuldade. Mais tarde passou para a flauta transversa e começou a compor inspirados choros tais como “Chorando em Barbacena”, “Na sombra da caramboleira” e “De pai para filho”. Em 2001 lançou seu primeiro disco pela Acari Records. É um dos fundadores da Escola Portátil de Música. |
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| 2. Amelia Rabello | 
Herdeira da forma mais simples e verdadeira de se cantar samba e dos fundamentos do choro cantado em seus diversos formatos e modalidades, dona de um timbre especial e grande afinação. Em seus dois primeiros CDs gravou importantes compositores da música do Brasil como Paulo César Pinheiro, Paulinho da Viola, Cristovão Bastos, Afonso Machado, Luis Moura, Moacyr Luz, Sergio Natureza, Baden Powell, e Caetano Veloso que compôs para ela o “Samba pra Amelia”. Em 2002 lançou pela Acari Records o CD “Todas as Canções” reunindo a obra autoral de Raphael Rabello, de quem foi a principal intérprete e com quem realizou importantes shows no Brasil e no exterior. É professora de Canto de Samba-Choro da Escola Portátil desde 2006. |
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| 3. Anna Paes | 
Violonista, licenciada em educação musical pela Uni-Rio, tem também destacada atividade como pesquisadora, tendo sido responsável pelo levantamento da obra de vários compositores de choro do final do século XIX e início do século XX. Este trabalho forneceu repertório para gravação de vários CDs como “Mulheres do Choro”, as coleções “Princípios do Choro”, “Joaquim Callado – o pai dos chorões”, “Choro Carioca – Música do Brasil”, todos produzidos pela Acari Records. Em 2005 desenvolveu o projeto Enciclopédia Ilustrada do Choro no Século XIX, apoiado pelo Programa de Bolsas da Fundação Rio-Arte. Na Escola Portátil é professora de violão e coordenadora do curso de canto de samba-choro. |
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| 4. Antonio Rocha | 
Flautista, arranjador e compositor, iniciou seus estudos musicais aos oito anos. Maestro da Banda “Sociedade Musical Progresso de Valença”; membro fundador do grupo instrumental “Camerata Valenciana”; flautista do regional “Amigos do Choro”; 2º flautista da “Orquestra Sinfônica Brasileira Jovem”; finalista do concurso “3º Prêmio Weril”; Regente do “Coral XV de Agosto”. Participou de shows e gravações com Maurício Carrilho, Pedro Amorim, Hermínio Bello de Carvalho, Afonso Machado, Zélia Duncan, Simone, Zezé Gonzaga, Agnaldo Rayol, Deo Rian, Bruno Rian, Pedro Paes, Célia Vaz, Paulo Aragão e outros. É integrante do conjunto Época de Ouro. |
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| 5. Bia Paes Leme | 
Arranjadora, compositora e produtora musical, é graduada em Composição e mestra em Musicologia pela Uni-Rio. Professora com 25 anos de prática em Percepção Musical, participou (1994-97) da reestruturação do Tepem, curso de extensão da Uni-Rio que se tornou uma referência no ensino dessa matéria no Rio de Janeiro. Como instrumentista, atuou no show “As Cidades”, de Chico Buarque. Fez a direção musical do show e a produção do CD e DVD “Eu me transformo em outras”, de Zélia Duncan. Na Escola Portátil de Música ministra cursos de Harmonia, além de dirigir a banda Furiosa Portátil ao lado de outros professores. |
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| 6. Celsinho Silva | 
Percussionista, proveniente de uma família de chorões – é filho de Jorginho do Pandeiro e sobrinho de Dino 7 Cordas – começou sua carreira no grupo Os Carioquinhas. Foi fundador do conjunto Nó em Pingo D’Água em 1978. Em 1979 integrou a primeira formação da Camerata Carioca, gravando o disco “Tributo a Jacob do Bandolim”. Integra o conjunto Nó em Pingo D'água, com quem gravou recentemente um CD inteiramente dedicado à obra de Paulinho da Viola. Entre gravações, televisão e shows, já atuou ao lado de grandes nomes da Música Brasileira, como Elizeth Cardoso, Chico Buarque, Ney Matogrosso, João Bosco, Radamés Gnattali, Conjunto Época de Ouro, Turibio Santos, Ivam Lins entre outros. Faz parte da banda de Paulinho da Viola desde 1980. É um dos professores pioneiros no projeto da Escola Portátil de Música.
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| 7. Cristovão Bastos | 
Pianista, compositor e arranjador dos mais importantes do Brasil, é parceiro de grandes nomes como Chico Buarque, Paulo César Pinheiro, Aldir Blanc, Paulinho da Viola e Elton Medeiros. Como arranjador trabalhou em discos e shows de importantes intérpretes e compositores como Nana Caymmi, Edu Lobo, Gal Costa, além dos nomes anteriores. Nos quase 40 anos de carreira, Cristóvão recebeu diversos prêmios, entre eles oito Sharp. Em 1996 lançou “Avenida Brasil”, seu primeiro disco solo. Dá aulas de piano e acordeom na Escola Portátil. |
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| 8. Ignez Perdigão | 
Professora de Música, licenciada pela Uni-Rio, onde estudou regência coral. Conduz e faz arranjos para o Coralito, o Coroá e, a partir de 2008, para o Coro da Escola Portátil de Música (ainda pagão), todos três com repertório dedicado à música popular. Toca cavaquinho com o Choro na Feira, grupo com três CDs gravados, e com apresentações semanais em Laranjeiras. Violonista, compositora e arranjadora. |
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| 9. Jayme Vignoli | 
Cavaquinista, arranjador, compositor, é bacharel em Composição pela Uni-Rio. É integrante do conjunto Água de Moringa, com o qual gravou três CDs (o segundo ganhou o Prêmio Sharp de melhor conjunto em 1994). Já se apresentou e gravou com diversos artistas de renome, dentre os quais Paulinho da Viola, Raphael Rabello entre outros. Na Escola Portátil, dá aulas de cavaquinho e é um dos professores responsáveis pela Camerata.
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| 10. João Lyra | 
Natural de São José da Lage, Alagoas, João Lyra iniciou sua carreira artística em Maceió. Mais tarde mudou-se para Recife, onde estudou música na Universidade Federal e violão clássico. Fez parte da Orquestra de Cordas Dedilhadas de Pernambuco como músico, arranjador e compositor. Participou em mais de 1000 gravações de discos de artistas locais. Em 1993 mudou-se para o Rio de Janeiro. Exímio solista e acompanhador, tocou com a Camerata Carioca, Elizeth Cardoso, Zimbo Trio, Sivuca, Nana Caymmi, Alceu Valença, Caetano Veloso, Chico Buarque, Martinho da Vila, Zeca Pagodinho, e muitos outros. Grande conhecedor de ritmos nordestinos e fluente na linguagem do choro, João Lyra é professor de violão da EPM desde 2008. |
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